PV marca convenção para o dia 17 e definirá apoio

Foto: Rodrigo Rodrigues/IG

A executiva nacional do PV definiu para o próximo dia 17 a convenção que vai definir a posição e o apoio do partido para o segundo turno na campanha presidencial. A convenção será em São Paulo e contará com o voto de 80 delegados. Terão direito a voto os representantes da executiva nacional do PV, deputados federais eleitos pela legenda e alguns candidatos que tiveram votação expressiva nesse primeiro turno, como senadores e governadores.

Segundo presidente nacional do PV, José Luiz Penna, a convenção ainda terá participação do Movimento Marina Silva, religiosos e coordenadores do programa de governo. No total, esse grupo terá 15 votos dos 80 definidos pela legenda.

O presidente do PV no Rio de Janeiro, o eleito deputado federal pelo Estado, Alfredo Sirkis, afirmou, no entanto, que mesmo se o partido definir uma posição formal os filiados da legenda terão total liberdade para apoiar o candidato que lhes convier. “Nós estamos pedindo para a militância e para os líderes partidários que evitem explicitar seu voto antes da convenção. Mas mesmo se houver acordo, a militância poderá apoiar quem ela quiser, desde que não use o nome e os símbolos do partido”, disse Sirkis. Já o coordenador geral da campanha de Marina, João Paulo Capobianco, disse que a decisão da convenção não significará necessariamente a posição da senadora. Segundo ele, Marina Silva está analisando sua posição em um processo a parte e ouvirá os chamados ‘núcleos vivos da sociedade’ para tomar sua decisão a respeito do apoio. “É claro que a decisão da convenção a influenciará, porém, esse processo servirá para que ela também defenda o seu ponto de vista na convenção que ocorrerá dia 17”, afirmou.

Durante a convenção, o PV apresentará três opções para a militância: apoiar a candidatura de Dilma Rousseff (PT), a de José Serra (PSDB) ou optar pela neutralidade. A tendência forte, segundo Capobianco, é que o partido opte por uma ação independente. “O partido pode tomar vários caminhos. Nós não queremos, de forma alguma jogar pela janela o que foi conquistado nas urnas e aderir fisiologicamente a um dos dois lados. A ideia é fazer um esforço que unifique o esforço construído”, argumentou.

Plano de governo

Antes da convenção, o PV quer que Marina se encontre com os dois candidatos que foram para o segundo turno para apresentar a plataforma política que o partido começa a construir. A partir desta semana, coordenadores do plano de governo da candidata iniciar a condensação das propostas, que gerará um documento que será apresentado aos dois candidatos à presidência que restaram no pleito.

No documento constará as propostas do PV não só para o meio ambiental, mas também para Educação, Saúde, liberdade de imprensa, combate à corrupção e transparência.

“Queremos chegar àquilo que seria um programa mínimo para discutir com os outros dois candidatos. Antes, ele será submetido à coordenação nacional, depois aos outros dois candidatos. Só a a partir desse momento nós estaremos abertos a nos encontrar com eles e fazer qualquer negociação. Preferimos que seja no mesmo dia, para não gerar nenhuma especulação”, esclareceu Alfredo Sirkis.

Fonte: ultimosegundo.ig.com.br

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