Prefeitura de Alto Caparaó Coloca Placas de Sinalizações Turísticas na BR 262.

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O Departamento de Turismo, Meio Ambiente, Esporte, Cultura e Lazer juntamente com o Caparaó Parque Hotel, Rotary Clube e Parque Nacional do Caparaó colocaram nesta segunda-feira (25/05) 10 (dez) placas de sinalização turística na BR 262. As placas foram colocadas no sentido Manhuaçu ao trevo de Reduto e Pequiá ao trevo de Martins Soares.
  O Prefeito José Jacomel Junior  liberou um recurso para a confecção das placas no valor de 4.000 (quatro mil reais). DSCF2218
 Desde que iniciou seu segundo mandato o Prefeito vem investindo no turismo de Alto Caparaó.

 

 

4 Respostas para “Prefeitura de Alto Caparaó Coloca Placas de Sinalizações Turísticas na BR 262.”

  1. lovantino Disse:

    Gostaria de agradecer ao Ronald Gripp, Ronald Santos Gripp (caparaó parque hotel), estiveram empenhados em marca os locais para a colocação das placas, ajudaram com treis funcionários para a colocação das mesma. Agradecer ao Waldomiro de Paula Lopes que nós cedeu o caminhão para levar as placas (parque nacional do caparaó)agradecer ao funcionário do parque e gerente de fogo do mesmo, Valdivino de Paula por ter levado as placas no caminhão e nos ajudar na colocação das mesma.
    Agrecer ao Cledson Alves Soares que ficou nesse dia a disposição da Secretaria para a colocação das placas.
    Ao Prefeito José Jacomel Junior po ter disponibilizado recurso para a confecção das placas.
    Quando trabalhamos em parceria as coisas acontecem mais facil.

  2. Carliane Delgado Lacerda Disse:

    Conheci o Parque Nacional do Caparaó este fim de semana passado e apesar da beleza do presenciada, gostaria de deixar aqui minha indignação quanto ao transporte de mulas.
    Sou turismóloga, defensora dos animais e vegetariana e não vejo coerência nenhuma nesse tipo de transporte. Ora, os Parques existem para proteger a fauna e a flora, e também para que os turistas possam conhecê-lo. Dessa forma, o Parque Nacional do Caparaó deveria respeitar também os animais domésticos e não explorá-los como acontece com as mulas. Elas sobem carregadas de bagagens em dois balaios acoplados ao seu corpo mais de uma vez por dia. – cheguei a ver os mesmos animais subirem e descerem duas vezes consecutivas, isso só o que observei…. Quando chegam lá em cima, começam a pastar, mas logo são chamadas, ou melhor, forçadas a descerem novamente para buscar mais bagagens.
    Gostaria de deixar aqui minha opinião. Acho que esse tipo de transporte não é ÉTICO, DIGNO e não condiz com os propósitos de um Parque que é o de proteger o meio ambiente, portanto deveria ser abolido. Para tudo há uma solução quando se tem vontade e determinação de mudança. Então, o que poderia ser feito? Se os turistas utilizam o transporte de mulas porque não conseguem subir com o peso das barracas, sacos de dormir e cobertas, principalmente, por que não se alugam estes equipamentos no “terreirão”? Em vez de “alugar mulas”, alugam-se os equipamentos apropriados no “terreirão” para os turistas. O serviço poderia ser terceirizado ou como o Gerente do Parque achar mais adequado. Uma solução tem que haver, o que não se pode é deixar com que estes animais sejam explorados dessa forma.
    Infelizmente, são poucas as pessoas que percebem como é errado a utilização/exploração desses animais e pagam pelo serviço.
    Como dizia o grande líder espiritual Mahatma Gandhi:
    “A CIVILIZAÇÃO DE UMA SOCIEDADE PODE SER MEDIDA PELA FORMA COMO ELA TRATA OS ANIMAIS”.
    Ah! Deixo bem claro que eu e meu namorado não alugamos as pobres mulas, uma vez que vai contra a nossa filosofia de vida. Subimos com o nosso próprio peso. Fomos nós mesmos AS MULAS!
    Agradeço antecipadamente a atenção e aguardo uma resposta.
    Abraço
    Carliane Delgado Lacerda

  3. Carliane Delgado Lacerda Disse:

    Conheci o Parque Nacional do Caparaó este fim de semana passado e apesar da beleza presenciada, gostaria de deixar aqui minha indignação quanto ao transporte de mulas.
    Sou turismóloga, defensora dos animais e vegetariana e não vejo coerência nenhuma nesse tipo de transporte. Ora, os Parques existem para proteger a fauna e a flora, e também para que os turistas possam conhecê-lo. Dessa forma, o Parque Nacional do Caparaó deveria respeitar também os animais domésticos e não explorá-los como acontece com as mulas. Elas sobem carregadas de bagagens em dois balaios acoplados ao seu corpo mais de uma vez por dia. – cheguei a ver os mesmos animais subirem e descerem duas vezes consecutivas, isso só o que observei…. Quando chegam lá em cima, começam a pastar, mas logo são chamadas, ou melhor, forçadas a descerem novamente para buscar mais bagagens.
    Gostaria de deixar aqui minha opinião. Acho que esse tipo de transporte não é ÉTICO, DIGNO e não condiz com os propósitos de um Parque que é o de proteger o meio ambiente, portanto deveria ser abolido. Para tudo há uma solução quando se tem vontade e determinação de mudança. Então, o que poderia ser feito? Se os turistas utilizam o transporte de mulas porque não conseguem subir com o peso das barracas, sacos de dormir e cobertas, principalmente, por que não se alugam estes equipamentos no “terreirão”? Em vez de “alugar mulas”, alugam-se os equipamentos apropriados no “terreirão” para os turistas. O serviço poderia ser terceirizado ou como o Gerente do Parque achar mais adequado. Uma solução tem que haver, o que não se pode é deixar com que estes animais sejam explorados dessa forma.
    Infelizmente, são poucas as pessoas que percebem como é errado a utilização/exploração desses animais e pagam pelo serviço.
    Como dizia o grande líder espiritual Mahatma Gandhi:
    “A CIVILIZAÇÃO DE UMA SOCIEDADE PODE SER MEDIDA PELA FORMA COMO ELA TRATA OS ANIMAIS”.
    Ah! Deixo bem claro que eu e meu namorado não alugamos as pobres mulas, uma vez que vai contra a nossa filosofia de vida. Subimos com o nosso próprio peso. Fomos nós mesmos AS MULAS!
    Agradeço antecipadamente a atenção e aguardo uma resposta.
    Abraço
    Carliane Delgado Lacerda

  4. lovantino Disse:

    Prezada Carliane,

    Primeiramente agradeço seu contato e a preocupação com o meio ambiente e com o Parque em especial.

    De fato, a questão do transporte de material de acampamento, ou mesmo pessoas, em muares, no interior do Parque é complexa. Por um lado temos a questão histórica, uma vez que esse “serviço” vem de longa data. Há casos em que algumas pessoas têm dificuldade de locomoção e utilizam os muares apra poder conhecer o Parque. E, por fim, os turistas que teriam dificuldade em carregar seu material e utilizam os muares, sendo esse o caso mais comum. Em relação ao Parque, fazemos também uso de animais, porém apenas para levar algum material de apoio, para manutenção de trilhas, para a retirada de lixo e, eventualmente, para resgate de pessoas.

    Por outro lado, temos a questão ambiental, que é mais importante no caso do Parque que tem como primeira missão a preservação da biodiversidade. E, ainda, a questão do respeito aos animais, no concernente a maus tratos, que me parece ter sido sua maior preocupação.

    Nesse sentido, estamos em processo de revisão do Plano de Manejo, sendo que esse assunto tem permeado nossas discussões em vários momentos. Seria precipitado repassar alguma informação das medidas que serão tomadas, pois, como já comentei, estamos discutindo o tema, vendo alternativas, necessidades, etc.

    Nesse momento, informo que irei entrar em contato com o responsável pelos animais, a fim de solicitar dele uma melhoria no manejo dos mesmo, seja em relação ao número de animais, seja em relação ao número de viagens que eles farão, seja quanto ao peso que eles carregam, seja em relação ao tempo de descanso.

    O aluguel de material de acampamento no Terreirão não é algo difícil de implantar, por motivos diversos. Cada um carregar seu próprio material é algo bastante sensato e razoável. A contratação de condutores/carregadores (desde que haja pessoal disposto a isto) é também algo possível, como sabemos que ocorre em outros locais. Enfim, são várias as questões, várias as reflexões e esperamos chegar brevemente a uma decisão final, que atenda da melhor maneira a todos, sempre levando em conta a questão do respeito aos animais e ao meio ambiente.

    Coloco-me à disposição para outros esclarecimentos.

    Atenciosamente,

    Waldomiro de Paula Lopes
    Chefe do Parque Nacional do Caparaó

    Parque Nacional do Caparaó – ICMBio
    Rua Vale Verde S/N, Zona Rural
    Alto Caparaó – MG CEP 36.979-000
    (32) 3747 2555 / 2565
    http://www.icmbio.gov.br/parnacaparao

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